Friday, 8 September 2017

Ei..você aí...me dá um Geddel aí!! Me dá um Geddel aí!!

As malas de dinheiro encontradas no apartamento cedido a Geddel reforça a tese de que os empresários tomaram conta do Estado tendo em vista o financiamento das campanhas políticas. Nesse contexto, a única reforma cabível no Estado e que teria efeito devastador sobre o sistema político é a Reforma Política - mas não a reforma que querem fazer: lista fechada..lista aberta, Distritão...isso tudo é mais do mesmo.
É necessário fazer uma reforma política mais ampla onde todos os políticos sejam atingidos, desde os vereadores de cidades pequenas até à Presidência da República.
Vereadores de cidades com menos de 50.000 habitantes não deveriam ser reeleitos e nem mesmo receber salários, acabar com a reeleição em todas as instâncias - essas são apenas algumas das medidas que deveriam ser adotadas pelo Estado a fim de evitar cenas como essa.




Thursday, 29 June 2017

Brasil: o país cujo poder está nas mãos dos empresários

Me lembro da primeira medida tomada pelo Governo Provisório: assinou a lei dos faróis, aquela em que o motorista é obrigado a acendê-los durantes as viagens. Esse projeto rodou por anos a Câmara dos Deputados e assim que Temer assumiu, deferiu o projeto. Esse já era um sinal de mudança, uma influência dos lobbies juntos ao governo.
A ação dos empresários nos bastidores de Brasília se intensificou no último ano - uma série de reformas está sendo propostas pelo Governo Provisório, entre elas: Trabalhista e Previdência. São pontos fundamentais que precisam ser alterados tendo em vista a beneficiar os empresários. Não que eles não sejam importantes para o desenvolvimento do país, mas essa relação precisa ter um limite.
O Estado não pode ser "tomado" pelos empresários como tem sido nos últimos anos.
É necessário separar  o Estado da Sociedade. O Estado precisa cuidar daquilo que é público, que diz respeito à maioria da população e não ao setor privado que tem somente o objetivo de acumular renda e ampliar a desigualdade social.
De acordo com os dados do Banco Mundial, o Brasil terá em 2017 mais de 3,6 milhões de "novos pobres"- esse cenário é muito preocupante, tendo em vista o esfacelamento das ações do Estado e a sua apropriação por parte dos empresários.
É preciso deixar claro que empresário não está preocupado com pobreza e o liberalismo nunca foi a saída para a sua diminuição, muito pelo contrário, liberalismo e pobreza andam juntos. Não é alterando a lei trabalhista e a lei da Previdência que se combate a pobreza no Brasil. Se combate a pobreza com a ação do Estado com a organização de políticas públicas.


Wednesday, 28 June 2017

Michel Temer: o cínico

Quando Alexandre Magno encontrou Diógenes, o filósofo, dentro de um barril, perguntou-lhe qual seria o seu maior desejo, Diógenes respondeu: "Desejo apenas que se afastes do meu sol". Para deixar claro, Diógenes é aquele personagem que anda com uma lanterna na mão, procurando um homem honesto.
Nesse contexto, a pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha nessa semana aponta que 76% da população brasileira é favorável ao afastamento do "Presidente" Michel Temer. O recado para Temer não poderia ser mais claro: "Temer se afaste da Presidência"!
Não há esperança de se encontrar um homem honesto tão cedo no cerrado brasiliense, mas nem por isso o povo brasileiro pode deixar de pelo menos procurar a honestidade, esteja ela onde estiver.
Não se pode abrir mão da honestidade em prol da melhora da economia. Política e economia andam juntas - se a política vai mal, a tendência é que a economia também vá mal. Em tempos de globalização e que é necessário confiança para os mercados, como um governo denunciado por corrupção poderá ter sucesso nas suas propostas? Que confiança conseguirá passar para os investidores?
Para que haja sucesso na economia é preciso ter paz na política!! A paz só virá com as eleições diretas!
Michel Temer: se afaste do sol, por favor!

Monday, 26 June 2017

Temer, tenha a decência, RENUNCIE!!

Acordei na manhã desta segunda-feira gelada de inverno ansioso por notícias frescas do mundo da política. Tudo bem que nos últimos tempos o dueto política e polícia fazem parte dos noticiários mais sagazes, tendo em vista as tramas mais sórdidas para usurpar o dinheiro do Estado, mas mesmo assim, me considero um ser otimista com a política, porque os pessimistas com certeza já deixaram de acompanhar as tramóias de Brasilia, dizendo: o Brasil não tem jeito; vai ser sempre assim; o Brasil é um país de ladrões - me recuso a pensar assim, acredito que um dia chegaremos lá, não sei bem aonde, mas com certeza, chegaremos.
Pois bem, dando uma circulada nos portais de notícias da web, me deparo com o artigo do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso, pedindo entre outras coisas, a renúncia do Presidente Michel Temer, ufa!! Finalmente encontrei alguma luz no fim do túnel, mas uma luz somente e não um trem desgovernado que vem em direção à população brasileira.
Há tempos, digo que para se ter paz política no Brasil é necessário a renúncia do Presidente e a chamada de eleições diretas. Essa é a única maneira da paz ser reestabelecida, não estou aqui defendendo se fulano vai ganhar as eleições ou não, mas a paz é fundamental para a prosperidade econômica. Sem paz na política, não haverá paz na economia, isso precisa ficar claro.
Temer, tenha a decência, RENUNCIE!

Thursday, 1 June 2017

A cobertura jornalística do I Seminário de Políticas Públicas da Uniara


Matéria veiculada sobre o I Seminário de Políticas Públicas da Uniara. Lembrando a todos que haverá o II Seminário em 2018. Em breve, as informações estarão disponíveis.

Wednesday, 31 May 2017

NOTÍCIAS DO SEPPU

SEMINÁRIO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL DA UNIARA ATRAI PARTICIPANTES DE DIFERENTES ESTADOS Publicado em: 30/05/2017 O “Seminário de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial – SEPPU” da Universidade de Araraquara – Uniara, realizado entre os dias 24 e 26 de maio, na unidade I da instituição, contou com cerca de quarenta trabalhos apresentados e participantes de diferentes estados, como Paraná, Bahia e Rio de Janeiro, além do comparecimento de pessoas de outras universidades, como da Unesp de Presidente Prudente e de Rio Claro. O evento, que também teve mesas-redondas e palestras, foi promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial e Meio Ambiente – DTMA da Uniara. “Tentamos ampliar a discussão de políticas públicas, sendo que, nesta primeira edição do SEPPU, demos enfoque ao urbanismo, ao meio ambiente e à saúde. A intenção foi apresentar discussões para tentar levar conhecimentos da universidade para a prática do cotidiano, e daí, a ideia de fazer essa integração entre diferentes áreas, no contexto interdisciplinar, de modo que ‘conversem’ entre si”, explica um dos organizadores do seminário, o coordenador dos cursos de pós-graduação a distância - EAD na área de Políticas Públicas e Sociais da Uniara, Alexandre Pierini. Para ele, é na universidade que se consegue pensar nos problemas da sociedade, apresentar soluções, e levar à população o que é discutido. “O tema ‘políticas públicas’ é transversal. Ele atravessa todas as áreas do conhecimento. Continuaremos debatendo tudo isso para que não fique só na teoria”, comenta. No SEPPU, foram realizadas duas mesas-redondas, “sendo uma delas sobre urbanismo, para discutir políticas relacionadas à área, no caso, o programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, que tem sua importância porque é preciso organizar políticas públicas na área de moradias”. A outra mesa-redonda discutiu o Sistema Único de Saúde – SUS, com a Secretária Municipal de Saúde de Araraquara, Eliana Mori Honain, com o diretor do Serviço Especial de Saúde de Araraquara – SESA, Walter Manso Figueiredo, e com João Roberto Bettoni Nogueira, do Departamento Regional de Saúde de Araraquara, todos docentes do curso de Medicina da Uniara. “Procuramos enfocar quais os problemas que temos na cidade, como estão relacionados à saúde e como enfrentá-los. Foi bastante pertinente”, aponta Pierini, que relata que, no dia 26, o professor do Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, Luiz Marques, explanou sobre os problemas relacionados ao meio ambiente. Na abertura do SEPPU, no dia 24, a coordenadora do Programa de Pós-Graduação em DTMA da Uniara, e também membro da comissão organizadora, Vera Lúcia Silveira Botta Ferrante, falou sobre como o Seminário foi planejado. “Envolveu várias áreas que enfrentam, nos seus dilemas, a questão de por onde vão as políticas públicas, tema central escolhido para o evento. Discuti, basicamente, como entender as políticas públicas, que não são apenas uma questão de vontade do estado. Muitas vezes, temos uma política federal muito boa, e uma gestão local com pouca vontade política de colocar esse programa em ação, e a política não vai para frente. Então, a intenção foi discutir as contradições e o jogo de forças sociais que faz com que as políticas públicas muitas vezes emperrem e, apesar de aparentemente bem intencionadas, não terminem com a discriminação”, destaca. Ela comenta que o DTMA abordou questões sobre o meio ambiente e apresentou uma discussão sobre o capitalismo e o colapso ambiental. “Vivemos efetivamente um colapso ambiental? O que é possível fazer? Como, às vezes, com ações simples e pequenas iniciativas podemos ter algumas ações que redundem em maior segurança alimentar? Acho bastante oportuna essa discussão”, reflete. Assim como Pierini, Vera ressalta a abordagem interdisciplinar do SEPPU, “por mostrar que na Uniara é possível um curso dialogar com outro, o que é muito raro em outras universidades”. “Acho extremamente saudável, abre o horizonte do aluno. Ele pode fazer Economia ou alguma Engenharia, por exemplo, mas ele não pode esquecer que a dignidade humana e os valores éticos permeiam a discussão da ciência. Não tem sentido um conhecimento que não leve em conta esses valores. Então, não foi somente uma discussão técnica, mas política, do que significam esses movimentos sociais, essa pressão nas ruas hoje, esse ‘incêndio’ que está ocorrendo em Brasília, o que mostra que as políticas públicas também têm que ser vistas em contextos onde há pressões sociais”, afirma. Pierini finaliza dizendo que, para a próxima edição do SEPPU, espera ter ainda mais participações.

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